O agronegócio é um pilar central da economia brasileira, projetando safras recordes e impulsionando o mercado global por alimentos. Apesar do crescimento e do avanço da mecanização, o setor enfrenta um paradoxo complexo: margens de lucro pressionadas pelos altos custos de financiamento. A produção ainda está vulnerável a fatores externos, como clima e variabilidade do solo, o que expõe os limites do modelo atual de testes de campo. Nesse cenário, o custo do erro se torna insustentável, comprometendo a receita e limitando o investimento nas safras futuras. Diante disso, a simulação virtual emerge como a estratégia essencial para migrar de testes físicos caros e imprevisíveis para um processo proativo, previsível e digitalizado, aumentando a eficiência e a competitividade do agronegócio.
O Agronegócio em Expansão
O agronegócio ocupa um papel central no desenvolvimento econômico do Brasil, sendo um dos principais responsáveis pela geração de empregos e exportações. O crescimento contínuo do setor está diretamente ligado ao aumento da produtividade e à capacidade de atender uma demanda global cada vez maior por alimentos.
Nesse contexto de expansão, o cenário de safra recorde em 2025/2026, com volumes projetados acima de 350 milhões de toneladas, evidencia um paradoxo: embora o mercado esteja aquecido, os fabricantes nacionais enfrentam margens pressionadas pelos altos custos de financiamento, tornando a eficiência operacional ainda mais crítica para a competitividade do setor.
Tecnologia no Campo e os Riscos Estruturais da Produção Agrícola
A mecanização agrícola, aliada ao uso de equipamentos modernos, transformou significativamente as etapas de plantio, manejo e colheita, tornando os processos mais rápidos e produtivos. Esse avanço permitiu ganhos importantes de desempenho e maior controle das operações no campo.
No entanto, mesmo com essa evolução tecnológica, a produção agrícola ainda está sujeita a fatores externos, como clima, sazonalidade e variabilidade do solo, o que impacta os resultados, evidenciando os limites do modelo atual.
O Custo do Erro no Campo
No setor agrícola, atrasos decorrentes de falhas identificadas em testes de campo não afetam apenas o cronograma, mas também o desempenho do negócio. A redução na eficiência operacional compromete a receita, dificulta o cumprimento de compromissos financeiros e limita a capacidade de investimento nas safras seguintes.
Diante desse cenário, torna-se essencial buscar estratégias que aumentem a previsibilidade e reduzam riscos no processo produtivo, tornando a operação mais eficiente e menos dependente de fatores externos. Assim, evidenciando a construção de um contraste entre o modelo atual de trabalho, baseado em testes físicos, caros e dependentes de campo, e o modelo transformado, orientado pela simulação virtual.
Nesse contexto, o processo se torna mais proativo, previsível e digitalizado, onde o custo das iterações é medido em horas de processamento, e não em materiais e protótipos físicos, que passam a ser utilizados apenas após a validação virtual.
Simulação Virtual Com Maior Confiabilidade e Menor Desperdício
Na Samt, apoiamos as empresas à utilizar as metodologias de simulação virtual através das ferramentas Ansys no desenvolvimento de projetos de maquinário e na otimização de operações, com foco em eficiência e segurança. Essas soluções permitem avaliar o desempenho dos equipamentos por meio de simulações estruturais, fluidodinâmicas e de partículas, além de viabilizar a otimização de processos de mistura, análise de fluxo de materiais e a redução significativa de custos com testes físicos.
Na simulação agrícola, é possível realizar diversos tipos de análises. A análise estrutural é fundamental no desenvolvimento de maquinário agrícola, permitindo avaliar resistência, durabilidade e vida útil dos componentes. Já a análise multifísica é aplicada em processos como cultivo, adubação e distribuição de sementes, considerando a variabilidade nas características das partículas. Além disso, a análise por elementos discretos é utilizada no manuseio de materiais a granel, incluindo etapas como colheita, mistura e transporte de safras.
Resultados Na Prática
A aplicação da simulação já gera impactos concretos no setor. Por meio de simulações estruturais, foi possível otimizar massa e prever a vida útil de componentes, reduzindo custos sem comprometer a resistência. Com simulações fluidodinâmicas e de partículas, empresas alcançaram maior precisão operacional e melhor desempenho em processos como fluxo e distribuição.
Além disso, a utilização de protótipos virtuais permitiu lançar novos produtos em apenas 4 meses*, reduzir em até 50% o tempo de desenvolvimento* e diminuir significativamente a necessidade de protótipos físicos, aumentando a eficiência e a competitividade.
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Fontes:
https://www.siagri.com.br/quebra-de-safra
https://www.esss.com/industria-agro/
*Case desenvolvido com parceria Samt e empresa brasileira desenvolvedora de equipamentos agrícolas.





